“Ao princípio, lia manuscritos genealógicos para adormecer; depois, entrei-me do gozo de saber das vidas alheias; finalmente, paguei cara a curiosidade, convertida em paixão viciosa; e agora, sou chegado ao período de mártir. Ando a pedir a toda a gente que teve avós o favor de me deixarem saber a vida deles”

Camilo Castelo Branco, in “Cavar em Ruínas

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Álbuns de Família ou a Identidade Ancestral

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