O Centro da Galáxia

O centro da galáxia, pode não ser o buraco negro de que falam os cientistas, mas sim um imenso sol, coração do uni-verso. (Partícula refractária de um multiverso caleidoscópico).

…ou o Coração do Cosmos

Sinto o cérebro colapsar, entre fórmulas e hipóteses, por tentar obsessivamente desvendar os mistérios do centro da galáxia, que pode não ser o buraco negro de que falam os cientistas, mas sim um imenso sol, coração do uni-verso.

(Partícula refractária de um multiverso caleidoscópico).

Observo mapas tropicais e siderais, draconicos e heliocêntricos, mas há muito mais.

E este “mais” esconde-se em fórmulas já estudadas, presentes na arquitetura e na pintura, nos padrões da natureza, no rosto humano e no movimento dos planetas: o número de ouro.

Não me basta a origem física da matéria, se busco o ADN subtil impresso na aura de cada ser.

Leio as estrelas e sei que acedo apenas a uma pequena, ínfima parte, de tudo o que gostaria de desvendar.

A jornada a que me propus, ajudar a descodificar símbolos cósmicos para que as pessoas percebam o seu Todo eterno e intemporal, para além do quotidiano imediato, é a missão que chamei a mim e o apelo que nunca mais vou calar.

Não vou falar em saltos quânticos, na “Nova Terra” ou em clichés espirituais.
Para chegar ao “destino”/ Propósito Evolutivo, todos daremos a volta ao ciclo e chegaremos ao ponto Zero que a carta do Louco representa.

E então, eu poderei sentar-me tranquilamente à beira rio, deliciada com o perfume suave das árvores lilases que se estendem sobre mim, sabendo que vivo o momento perfeito.

Não importa a casa que tenho, o carro que conduzo, a roupa que visto, as questões triviais, tão pequenas, que nem chegam a existir.

Lá em cima, muito longe, aos 27° da constelação de Sagitário, há um sol-coração que nos liga à Fonte.

Essa consciência dá-me paz e uma imensa felicidade.

Imagem: Pinterest
Foto: Inês Soares

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