Prefiro ruínas do que casas por estrear. Desde que me lembro. Não sei porquê.
A beleza que se esconde na decadência tem mais impacto do que a entediante e consensual perfeição.
Gosto da sombra e do inesperado. Não me encantam imagens óbvias, sem mistérios a revelar.
Prefiro ruínas.
O declínio do esplendor, registado através dos efeitos devastadores do tempo e do abandono…

O fotografo francês Thomas Jorion passeia por palácios condenados em cidades de Itália, Suíça e Alemanha, perseguindo um tempo paradoxal: o encontro metafórico entre o vazio e o esquecimento representado nos seus interiores.
Uma inusitada forma de beleza, melancolia e caos.

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