Os meus livros

O Porto, onde nasci, foi o ponto de partida para um percurso incomum que me levou a percorrer várias regiões de Portugal.
Esta experiência um tanto nómada foi o laboratório antropológico necessário e indissociável à construção da minha identidade.
A escrita como forma de expressão surgiu cedo, na infância, através de contos de fadas e de fantasia.
Mais tarde, em paralelo com o aprofundar de estudos e pesquisas, incluí referências simbólicas e mitológicas, metáforas e arquétipos.
A História Oculta das civilizações desaparecidas remetem-me à Criação do Mundo, do Universo e do Ser. Cosmogénese, Antropogénese, a Problemática da Origem enquanto dicotomia e dualidade: visível e invisível, material e subtil – fascinam-me e estão presentes em tudo o que escrevo.

Contos de origem mitológica onde a fantasia e a realidade se encontram a cada passo.

“Na memória do Mundo, a Magia era o caminho.
A Natureza Ancestral em que os metais se fundiam com um gesto inconsciente.”

“Cada fada que morre às mãos dos Homens
É um grão de areia no infinito
Uma partícula de energia

Comprar agora

Contos de origem mitológica onde a fantasia e a realidade se encontram a cada passo.

“As trevas são uma forma de luz condensada.
Tudo é ilusão.
Mesmo o poder de criar e destruir”.

“Amanheceu na floresta.
Os espectros vigilantes, camuflaram-se entre as árvores.
Camaleões obtusos, aparentados com os dragões.

Comprar agora

Pequenos contos filosóficos em prosa poética surrealista.

“O Mundo das Ideias é mais uma estrela apagada, na ilusão de alguém que um dia sonhou sair da caverna sem ficar cego pela luz. Num mundo de borboletas, somos a história contada pelos fósseis”.

Comprar agora

Aventuras de Sarah Rio Verde e suas companheiras, entre o rio de esmeraldas e o mundo encantado das fadas, passando por inúmeras peripécias envolvendo humanos, fantasmas e seres míticos, na jornada do autoconhecimento e da evolução pessoal.

“Sem perceber o que se passava, morreu.
Não viu luz nem escuridão. Nem abismo que a engolisse, túnel que a guiasse ou anjo que lhe indicasse algum caminho ou direção.
Não apagou a consciência, mudou de plano ou dimensão.
A imagem que reconhecia como sua, materializou-se formando um espectro…”

Comprar agora